segunda-feira, 20 de maio de 2013

Random

Olá pessoal~ como eu já disse na page do blog, vou começar a postar umas coisas que achei interessante enquanto continuo fazendo a surpresa de vocês sobre os contos de fada xD
Vamos a uma delas:
A lenda do Diamante da Esperança 
(The legend of the hope diamond)
Dentre os maiores diamantes do mundo todo, o de maior má reputação conhecido é o Diamante da Esperança, com uma cor de azul linda é conhecido como "A pedra mortal". A lenda, a qual tem muitas variações, se iniciou em 1666 quando um francês chamado Jean-Baptiste Tavernier o arrancou do olho de uma estátua na Índia. Fez nascer a legendária maldição quando cães selvagens o estraçalharam logo depois dele ter vendido o diamante. Ele foi a primeira horrível morte atribuída à maldição mortal.
O homem de negócios que adquiriu a pedra de Tavernier a vendeu ao Rei Luis XIV e logo apareceu uma misteriosa doença que o matou. Rei Luis XIV teve o diamante de 115 quilates cortado em uma pedra em formato de coração de 69 quilates, e isso foi passado adiante para Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta. De acordo com a lenda, Maria Antonieta e Luis XVI foram decapitados durante a revolução francesa por conta da maldição do diamante.
Depois da revolução francesa, o diamante foi escondido em um edifício do governo, onde fora roubado em 1971. Quarenta anos depois, ele reapareceu em Londres, e Henry Philip Hope o adquiriu em um leilão. Hope logo sofreu uma morte inexplicável e sua esposa queimou até a morte dentro de sua mansão. Nos anos seguintes encontraram o diamante em posse de um número de donos amaldiçoados: Um príncipe russo que matou sua namorada, um grego o qual a família morreu enquanto seus carros dirigiam sob um penhasco, e um sultão turco o qual também matou a namorada.
Finalmente, em 1949, um famoso joelheiro de Nova York Harry Winston comprou o diamante. Para se livrar da maldição, Winston enviou o magnífico diamante azul em um avião, dentro de uma caixa marrom, para Smithsonian Institution no distrito de Washington, onde foi mantido desde então.
Em 2003, o diamante da Esperança foi levado para testes em um laboratório. Cientistas focaram um feixe de luz ultra-violeta na pedra, e quando eles a desligaram, o diamante brilhou num forte laranja-âmbar - a maioria dos diamantes azuis brilham na cor azul-claro. Alguns dizem que a cor reflete a trilha de sangue e má sorte que seguiu a pedra durante séculos. Ainda, o Diamante da Esperança não ocasionou nenhuma má sorte para o Smithsonian. Ele é a peça de museu mais valiosa no mundo, com mais de 5 milhões de pessoas o visitando por ano.


Traduzido por mim de:
SANDY, Chuck e RICHARDS, Jack C. Passages, second edition, students book 2, Cambridge, pág.35.  

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